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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Prevenir, diagnosticar e curar Zika


 #Zica #doenças #mosquitos #pandemia #vírus #ZIKV #aOMS

A doença causada pelo vírus Zika (ZIKV) compartilha muitas coisas com outras doenças, como dengue e chikungunya. O modo de transmissão, os principais sintomas e tratamento para estas doenças são semelhantes, mas é em última análise diferentes doenças.

Prevenir a doença causada pelo vírus Zika
Não existe vacina contra o vírus Zika. As recomendações da Organização Mundial da Saúde para prevenir a doença Zika são basicamente dois: reduzir o número de mosquitos, eliminando áreas de reprodução e minimizar o contato do mosquito com as pessoas. Para isso, as orientações da OMS são:

    Vazias, limpas ou incidir sobre os utensílios que podem acumular água, como baldes, potes ou pneus.
    Use repelente de insetos.
    Use roupas que cubram a pele tanto quanto possível.
    Dormir em lugares protegidos com mosquiteiros.

O diagnóstico da doença causada pelo vírus Zika
O diagnóstico da doença é esta realizada por PCR (reacção em cadeia da polimerase) em tempo real, e isolamento em amostras de sangue.

PCR é uma técnica de biologia molecular desenvolvido por Kary Mullis em 1986, que amplifica um fragmento de DNA para identificar mais facilmente vírus e bactérias que causam todos os tipos de doenças.

O quadro clínico de sintomas do paciente serve para aproximar o diagnóstico, mas este teste é o único modo para diagnosticar claramente a doença causada por vírus Zika.

Se este teste não for feito, os sintomas podem erroneamente apontar para outras doenças, tais como o dengue e Chikungunya, que são semelhantes, mas, na verdade, responder a outros vírus.

Curar a doença causada pelo vírus Zika

O tratamento desta doença é sintomático. Isto significa que o vírus não pode ser atacada directamente, mas deve tratar os sintomas que provoca.

O tratamento recomendado é a abundância do descanso, beber muitos líquidos e medicamentos para ajudar a reduzir a febre, dor muscular e lesões de pele.

Diferenças sintomáticas entre Zika, dengue e chikungunya

Como dissemos anteriormente, e como alertar as autoridades de saúde, os sintomas destas doenças são muito semelhantes. A principal diferença está na intensidade com que são apresentados em cada paciente.

Enquanto dengue e chikungunya causar sintomas mais graves, o Zika apresenta forma muito mais suave.

Mas, além da intensidade, existem dois sintomas que diferenciam Zika com dengue e chikungunya, e neste domínio contribui para o seu diagnóstico. A maioria dos pacientes infectados com o ZIKV com sintomas, além de febre e dores, conjuntivite e também têm erupções cutâneas.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

Duas faixas para a resistência à malária


Cientistas na Alemanha e na África descobriram duas variantes de genes que ajudam a explicar por que alguns indivíduos não desenvolvem a malária sorte.

As duas variantes foram encontrados em uma comparação com o estado de Gana, na África Ocidental, 1.325 pessoas com malária falciparum grave e 828 outros que estavam saudáveis.

Os resultados do estudo, liderado por Christian Timmann Bernhard Nocht Instituto de Medicina Tropical em Hamburgo, na Alemanha, foram comparados com uma pesquisa similar entre crianças de Gâmbia.

Uma variante é um gene chamado ATP2B4 que, como relatado em Nature, cuja função é a de facilitar a passagem de cálcio através da membrana celular do sangue.

A outra variante é de outro gene chamado MARVELD3, controla uma proteína no revestimento dos vasos sanguíneos. O gene pode ter um papel importante na redução do dano que ocorre quando certas células sanguíneas aderir aos vasos pequenos.

Uma ferramenta para o rápido crescimento na pesquisa genômica é a comparação, que envolve triagem do código genético humano procurando pequenas mudanças que indicam por que algumas pessoas são mais propensas a ficar doentes e outros não.

Os objetivos são fornecer ferramentas de diagnóstico para ajudar a identificar as pessoas que estão em maior risco e, assim, desenvolver novos medicamentos que conferem imunidade.

Os trabalhos anteriores descobriram que as pessoas com sangue do grupo O têm uma protecção contra a malária por P. falciparum, a forma mais grave da doença.

Em 2010, a malária infectou cerca de 216 milhões de pessoas e reivindicou alguns 655.000 vidas, particularmente em África e entre as crianças, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS).